LAKE SIDE

No cenário nacional de cervejas, a cerveja Lake Side Lager é a primeira cerveja sem glúten produzida no Brasil. Destinada ao público intolerante ao glúten, trigo, centeio e cevada (aproximadamente 2 milhões de pessoas no país) e a quem cuida de sua forma física.

Existem pessoas alérgicas a alguns componentes existentes no preparo das cervejas convencionais, como por exemplo o glúten, que é encontrado no centeio e na cevada, principais componentes de preparo da cerveja, assim, impossibilitando o consumo da mesma.

A cerveja sem glúten Lake Side Lager é produzida na Cervejaria Germânia, uma tradicional cervejaria localizada em Vinhedo, interior de São Paulo, atua no segmento de chopp e cerveja há mais de 26 anos.

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CELÍACOS

CURIOSIDADES - UNIVERSO CELÍACO
A doença celíaca é uma doença ainda a ser estudada, a comunidade médica ainda não é 100% preparada para diagnosticar e atender os pacientes, mas essa relação tem melhorado muito nos últimos anos. Muitos novos casos têm sido diagnosticados todos os anos! O avanço dos métodos de diagnóstico contribui muito com isso. Hoje, cerca de 0,5% da população brasileira é celíaca, enquanto que no resto do mundo essa proporção chega a até 2%. Em grande parte, as pessoas passam a vida toda convivendo com os sintomas, indo ao médico ou não, mas sem saber ou descobrir a existência da doença. Nos Estados Unidos estima-se que apenas 17% dos celíacos descobriram a doença, sendo que 83% não descobriram e nem vão descobrir. De acordo com a Associação Europeia das Sociedades Celíacas (Association of European Coeliac Societies) existem aproximadamente 7 milhões de pessoas na Europa que sofrem desta doença. A doença celíaca afeta quem possui os genes HLA-DQ2 e HLA-DQ8, mas não se desenvolve em todas as pessoas que possuem o gene. Em geral, o distúrbio se manifesta na infância, mas alguns fatores externos aumentam a chance de aparecer na idade adulta.
SINTOMAS DA DOENÇA CELÍACA
• Podem variar de acordo com a idade em que a doença se manifesta.
• Na infância é mais comum ter diarreia, irritabilidade, falta de apetite, inchaço abdominal, vômitos, prisão de ventre e baixa estatura.
• Em adultos, crises de diarreia com dor e desconforto abdominal.
• Anemia por deficiência de ferro, dermatite e osteoporose também são identificados em alguns casos.
CLASSIFICAÇÃO DA DOENÇA
Clássica – é comum entre os 6 e 24 meses de idade e se caracteriza pelo predomínio de sintomas gastrointestinais, especialmente a má absorção de nutrientes. Causa diarreia crônica, estufamento abdominal, perda de peso e atraso no crescimento. Atípica – Tem presença de poucos problemas gastrointestinais. Os sintomas mais comuns são deficiência de ferro, baixa estatura, osteoporose, artrite, infertilidade, danos no sistema nervoso periférico e alterações do fígado.

Silenciosa – O paciente não apresenta sintomas ou só demonstra sinais muito leves, mas tem os marcadores genético e as análises de tecidos compatíveis com a doença. É bem mais difícil de ser descoberta, muitas vezes somente após muito procurar médicos e dezenas de outras possibilidades serem esgotadas.

Latente – Refere-se a pessoas que tem os genes HLA-DQ2 ou HLA-DQ8, que tem a doença celíaca, mas ainda não desenvolveram alterações na mucosa intestinal, apenas inflamação moderada.

Curiosidades e dicas

• Leia com atenção todos os rótulos ou embalagens de produtos industrializados e, em caso de dúvida, consulte o fabricante;
• Não use óleos onde foram fritos produtos empanados com farinha de trigo ou farinha de rosca com glúten;
• Não engrosse pudins, cremes ou molhos com farinha de trigo;
• Tenha cuidado com temperos e amaciantes de carne industrializados, pois muitos deles contem glúten;
• Tenha preferência por uma alimentação mais natural, com menos ingredientes industrializados e menos açúcares;
• Na escola, nunca separe a criança celíaca dos demais colegas na hora das refeições;
• O celíaco pode e deve fazer os mesmos exercícios físicos que os seus colegas;
• O celíaco não deve ser tratado com uma pessoa diferente.
• Apesar de necessitar de alguns cuidados na alimentação, é possível conviver em sociedade com a doença.

Fonte: http://blog.johnnygourmet.com.br/2017/03/12/doenca-celiaca
ALIMENTAÇÃO LIVRE DO GLÚTEN
Tapioca é opção para quem deve evitar o glúten, como os celíacos.

Livre do glúten, a tapioca é uma das saídas para quem precisa manter uma dieta livre da proteína. São pessoas que, de fato, veem o organismo prejudicado com o consumo do nutriente presente no trigo, centeio, cevada, além de híbridos e derivados. Nesse grupo, inserem-se os diagnosticados com a doença celíaca. Essas pessoas devem se manter distantes do consumo de glúten por uma questão de saúde, sob o risco de sofrer diarreias e cólicas intestinais, dentre outros sintomas mais graves.

A doença é caracterizada por uma intolerância permanente ao glúten e atinge cerca de 1% da população mundial, segundo a Organização Mundial de Gastroenterologia (WGO). Os pacientes diagnosticados com a doença celíaca, quando consomem a proteína, sofrem lesões inflamatórias nas paredes do intestino delgado. Com isso, o órgão diminui a capacidade de absorver nutrientes essenciais, como vitaminas e minerais, trazendo graves prejuízos nutricionais.

Para evitar esses problemas, os celíacos são submetidos a uma dieta livre de qualquer alimento que contenha glúten. Isso inclui, por exemplo, tudo o que é feito com farinha de trigo, como pães, bolos, tortas e massas. Para a grande lista de alimentos bloqueados, a tapioca é uma das alternativas baratas e acessíveis para o consumo. Por isso ela é tão presente na dieta dos celíacos.

O alimento está cotidianamente na mesa da empresária Ana Lúcia Cambé, 49 anos, desde que ela foi diagnosticada com a doença. Por opção, decidiu trocar o pão, mesmo feito com farinha livres de glúten, pela tapioca. O produto entrou no gosto de Ana Lúcia, principalmente, por ser um alimento que pode ser feito em casa, sem passar por processos de industrialização. “Eu acho mais saudável. Hoje, no mercado, tem a opção do pão sem glúten, mas ele é feito com massa branca. Eu continuo gostando da tapioca porque considero mais leve”, opina.

Mas a dieta restritiva também pode ser complicada para quem se acostumou com o pãozinho de todos os dias. O professor João Mateus Façanha, 22, sentiu a diferença. Quando foi diagnosticado com a doença celíaca, teve que abandonar o hábito de comer pães, bolos e pizzas para dar lugar a uma nova forma de se alimentar. Descobriu-se na tapioca.

“Foi muito difícil no começo, mas quando descobri que a tapioca podia ser um substituto do pão, por exemplo, eu adorei”, reparte. A troca foi natural. Nos últimos dois anos, o produto faz parte dos cafés da manhã. Sempre com recheios diferentes e com novas experiências.

“Mudar os hábitos é sempre difícil. Mas eu percebi que isso tava me fazendo bem. Eu não tinha mais os sintomas e notei que isso importava muito”, conta. (Rômulo Costa)

Fonte:http://www.opovo.com.br/jornal/cienciaesaude/2017/03/tapioca-e-opcao-para-quem-deve-evitar-o-gluten-como-os-celiacos.html
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